Lead us into temptation

Blog preguiçoso de apoio para as aulas e as viagens do prof. Fontanella

“Eu me formei nessa porra…” 29 Agosto, 2008

Arquivado em: trash total adoro — Fernando Fontanella @ 4:18 am
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O assunto que acabou pautando o lado negro da força nessa Semana de Integração na Católica foi a cidadã que incorporou um Exú no debate dos prefeituráveis. Como eu sou do time trash-total-adoro!, confesso que me diverti… sei lá, debate em que todo mundo chega querendo dar pinta de “campanha propositiva” tende a ser meio chato, e um acontecimento desses consegue dar uma certa emoção ao evento. A arruaça só terminou quando alguns professores da menina conseguiram convencê-la a sair do auditório.

Mas o que importa é que, vendo o vídeo da confusão foi impossível não lembrar da meme conhecida como “don’t tase me bro!” de alguns anos atrás. Durante um debate com o candidato democrata John Kerry em uma universidade americana, um sujeito resolveu rodar a Kátia Teles a bahiana e monopolizou o microfone pra perguntar se o Kerry seria da sociedade secreta Skull and Bones, a mesma que conta com Bush entre seus membros. Rapidinho os seguranças da universidade cercaram o cara, e quando ficou claro que ele não ia colaborar, resolveram “convidar” o cara a se retirar, usando inclusive tasers (aquelas maquinhas delicadas de dar choques que podem nocautear um arruaceiro). O vídeo com a gravação do episódio ganhou a internet no boca a boca principalmente pelos inusitado dos apelos do sujeito para que não tomar um taser nas fuças. A frase “Don’t tase me, bro” virou uma espécie de piada interna trash. É só dar uma googada e perceber isso.

Conclusão 1: tenho medo dos seguranças da Católica no dia em que eles tiverem tasers.

Conclusão 2: nah, os seguranças da Católica nem deram as caras. Dêem os tasers para os professores, que foram os reais “pacificadores.

Conclusão 3: mmmmm….. professores com tasers…..

 

Run for your life! 26 Agosto, 2008

Arquivado em: trash total adoro — Fernando Fontanella @ 5:15 pm
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Aprendam com os cariocas a fazer propaganda online: http://www.piraque.com.br/

Ah, sim, e aprendam um pouco sobre redação também: http://www.piraque.com.br/rio.htm

Morri depois dessa. Juro.

 

E a TV digital no Brasil… 26 Agosto, 2008

Arquivado em: novas tecnologias — Fernando Fontanella @ 3:54 am
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Já há vários semestres que a implantação pateta da TV digital no Brasil se torna um assunto freqüente em sala de aula. Como sempre comentei, no caso da TV digital o Brasil tende a repetir a bosta da TV a cabo nos anos 90: inoperância de qualquer interesse de órgãos públicos em regulamentar de uma forma que incentive a implantação/difusão de um sistema viável, interessante comercialmente e principalmente, interessante para o público mais amplo (em termos financeiros e de conteúdo), e tudo isso somado ao completo desinteresse das emissoras majoritárias (principalmente as organizações Globo, claro), que afinal de contas se dão muito bem obrigado com o modelo atual e não tem nenhum interesse em mudar para um modelo mais democrático. O mais ridículo e ter visto a TV a cabo ser planejada por um ministro que foi ex-funcionário da Globo e praticamente deve à família Marinho a sua pertinência política.

Pior: quem poderia pressionar por inovações no sistema de TV brasileira seria o mercado publicitário. Afinal, não existe TV aberta sem publicidade, e um sistema com mais opções, mais concorrência (e talvez por isso menores custos) e com maiores possibilidades de interatividade com o consumidor seria do interesse dos anunciantes, das agências e dos consumidores. Claro, também daria mais trabalho, e isso dá uma preguiça… no final das contas, ficamos nós publicitários esperando pra ver o que vai dar… como no caso da TV a cabo, só pode dar em merda.

Para vocês terem uma perspectiva do nível da patetice, vou dar umas referências tiradas do blog gaúcho (produzido em parte por um amigo meu dos tempos de faculdade), o Nova Corja:

Entrevista com Erlei Guimarães, diretor de conectividade da Positivo Informática, empresa que fabrica conversores.

O fracasso da TV digital brasileira II – entrevista com pesquisador que desenvolveu tese sobre a TV digital.

“Éramos felizes e não sabíamos”, diz diretor da globo sobre novas mídias.

Aproveitem a diversão (ou não).

 

Para TTPPII: os chimpanzés da Pepsi 15 Agosto, 2008

Arquivado em: Requentando exemplos, TTPP II — Fernando Fontanella @ 8:07 pm
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Já na disciplina de TTPP II essa semana comentamos um caso velho, o comercial da Pepsi que fazia uma comparação bizarra e engraçada entre o refrigerante e a concorrência. Foi um dos casos mais notórios no Brasil em que uma marca citou explicitamente a concorrência em seu comerical. E acreditem, na época isso espantou muita gente. Lembro muito que a gente se perguntava se isso era possível, se não era “contra a lei”. No Brasil isso é raro, principalmente porque o público aqui tende a ter pena do lado prejudicado em propagandas comparativas e a ver esse tipo de ação como agressiva ou “baixaria” (vide o discurso comum durante as campanhas eleitorais… todo mundo quer comparar, mas qualquer ataque já é repelido com a afirmação de que “o adversário está baixando o nível”).

A idéia foi muito boa. Não lembro se na época deu algum problema, mas minha memória enfraquecida pelas festas na faculdade me diz que a Coca entrou no CONAR pra tentar barrar e perdeu, mas o comercial acabou tirado do ar por usar animais ou representá-los tomando refrigerante ou dirigindo, ou algo assim. Não posso confirmar essas informações, dei uma procurada preguiçosa no Google e nao achei nada, então deixa pra lá lol.

 

Para Criação de Campanhas: Ok Go 15 Agosto, 2008

Arquivado em: Criação de Campanhas, Requentando exemplos — Fernando Fontanella @ 7:52 pm
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Na aula de quarta comentamos o exemplo da banda Ok Go, que foi muito comentado na época como sucesso de viral,  e que me chamou a atenção particularmente pelo senso de participação dos internautas (cada vez que eu digo essa palavra Deus mata um gato).  O Youtube é cheio de paródias, os spoofs, em que uma pessoa qualquer de posse de uma câmera barata faz a sua versão trash de um videoclipe, um comercial, um programa de TV ou trecho de vídeo que caia no interesse público. É só ver o caso do Lasier Martins e o famoso vídeo das uvas, que despertou uma série de versões modificadas, melhoradas ou parodiadas.

O Ok Go foi uma banda que fez a fama através de um vídeo divulgado majoritariamente através do Youtube que se tornou bastante popularpor causa do boca-a-boca: eles produziram um novo clipe baseado em uma coreografia legal, mas simples e gravado no quintal de casa, e divulgaram.

Ao mesmo tempo iniciaram um concurso que incentivou as pessoas a reunirem os amigos, gravarem as suas versões e postarem no Youtube. O melhor vídeo, escolhido pela banda, ganharia o direito de acompanhá-los em uma turnê. O resultado foi que pipocaram paródias de todo tipo, e os próprios fãs da banda começaram a editar compilações do que foi chamado de “Ok Go Phenomenon”. Até hoje tem gente fazendo essa dancinha em festa de casamento nos Estados Unidos.

Eles mais ou menos seguiram adiante no uso do viral no vídeo da música Here it goes again, esse sim um hit, e que é baseado em uma idéia muito simples mas ao mesmo tempo muito legal… o uso infantil de esteiras rolantes. Acho que todo mundo que é doente mental quando vê uma esteira dessas pensa em ficar brincando de alguma forma, e os caras conseguiram OITO esteiras para brincar.

Um efeito do buzz que o vídeo despertou foi que muita gente começou a pegar esteiras emprestadas com os vizinhos e tentou imitar a banda em “festivais de talento” do colégio ou fazer sua própria versão do vídeo no Youtube.

Como comentei, exemplo já meio velho (de 2005-2006) e “não publicitário” (?), mas que como tinha gente que não conhecia, vale a pena resgatar. A banda não só “usou” os fãs (tipo “gravem um comercial da Doritos pra nós” ou “criem um slogan pro meu supermercado”), mas de certa forma estes “usaram” a banda pra se divertir (opa, não é isso que a gente geralmente faz com o que as bandas que a gente gosta?). Participação sincera, voluntária e consciente, o que falta para muitas ações de viral que estão sendo tratadas como case por aí.

 

Advertising is like porn 12 Agosto, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Fernando Fontanella @ 5:35 pm

Sugado do Blank is Like Blank:

Advertising is like porn:

1. Only the people who create it are delusional enough to call it art.

2.They both have weird self-congratulatory award shows.

3. It’s hard to transition out of.

4. The Internet took it to a whole new level.

5. You fast-forward through the boring stuff.

6. The same concepts are endlessly recycled.

7. It creates careers for art-school dropouts.

8. Working in the industry will affect your family life at some point.

9. If it’s good, it transcends language.

10. You shouldn’t stay in the same position for too long.

 

Ainda sobre social media… 11 Agosto, 2008

Arquivado em: exemplos — Fernando Fontanella @ 8:28 pm
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Coincidência: hoje de manhã na sala dos professores teve uma discussão foi sobre social media (e sobre o consumer descontrol de professores por causa do dolar baixo) foi ilustrada pela Threadless. Ganha uma mariola quem entender porque é um bom exemplo de presente para o dia do professor de social media.

 

Para quem tem um bom inglês… 11 Agosto, 2008

Arquivado em: vídeos — Fernando Fontanella @ 8:20 pm
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Semana passada meu orientando de TC Paulo “bactéria” estava tentando me empurrar ao uso do Twitter, que segundo ele serve não só para o esquema “olhem para o meu umbigo” e permite também que as pessoas compartilhem informações pertinentes. Ok, concordo que é possível, mas sei lá, ainda resisto, até porque nunca tinha entendido muito bem como funcionava realmente. Preciso de um livro “Twitter for Dummies”.

Por isso foi duplamente legal ver no blog de uma amiga minha os vídeos do Common Craft, que fez uma série de vídeos sobre mídias sociais. Os vídeos, além de engraçados e bem pensados, explicam de maneira simples aquilo que para gente burra como eu é complicado entender. Mas o mais legal de todos é o que fala de social medias, que é algo que eu comento muito e que me motiva muito hoje no estudo do estado das coisas na publicidade e no marketing (e para além das modinhas de viral ou Second Lifes da vida). Essas “mídias sociais” extrapolam na área da promoção conceitos como o da cauda longa, e fazem isso de uma maneira massa e estimulante para o consumidor (e não para o publicitário, se vocês me entendem).

Mas precisa saber um pouco de inglês pra entender. Too bad if you can´t.

Eles também têm vídeos bem legais sobre o tal do Twitter, social networking e, obviamente o mais legal de todos, um pequeno tutorial para sobreviver a um zombie holocaust.

 

Ainda sobre o blog… 6 Agosto, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Fernando Fontanella @ 7:54 pm
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Bom, só pra explicar, o nome foi tirado do título um livro que eu gosto bracarai sobre a história da cultura de consumo, do James Twitchell, e que se aproxima muito da minha perspectiva sobre a publicidade (e da minha atração por ela) . Achei um nome bom e não estava com paciência para buscar um nome revolucionário, e esse achei bem legalzinho.

O layout é foi escolhido entre os templates da WordPress. São todos “clean” e aceitáveis, mas simples demais, e esse é bem agradável (meio gay, ok).

A minha prioridade nos primeiros dias vai ser postar nessa coluna lateral um conjunto de links “básicos” de publicidade e outros sites interessantes. Gradualmente também vou usra essa coluna para linkar fichas de aula e uma lista de livros no Google Books com uma bibliografia de referência. Pqp, que preguiça…

 

Sobre o blog… 6 Agosto, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Fernando Fontanella @ 7:47 pm
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Bom, fazem alguns semestres que eu me prometia (e prometo aos outros, o que é pior) que iria iniciar um blog para funcionar de suporte para as minhas aulas. Postar links, fichas, imagens vídeos, referências. Em resumo: ilustrar e ancorar os comentários viajados que muitas vezes eu faço em sala de aula.

O problema é que eu sou muito preguiçoso com tudo, e com tecnologia mais ainda. Não que eu seja avesso a computadores ou à internet… pelo contrário, enterro boa parte da minha vida em alguma atividade online. O problema é que 80% dessas atividades é pura merda (jogos, vídeos trash no youtube, etc), 15% é comprando merda e gastando o dinheiro que eu deveria estar juntando pra pagar a universidade de Rocco e Luca, e o tempo restando é fazendo coisas que eu sou absolutamente obrigado a fazer. Uma delas é ler emails, e é notória a minha lentidão em respondê-los (costumo passar dias sem abrir minha caixa).

Assim, manter um blog para mim é algo improvável, um esforço condenado ao abandono. Mas sei lá, melhor tentar, vai que eu me animo. Portanto, a partir de hoje vou postar aqui tudo o que achar pertinente às aulas e algumas coisa “for fun” também (leia-se: merda). Peço um pouco de paciência enquanto aprendo a usar os recursos do WordPress.

Sim, e sintam-se livres para usar os comentários e contribuir e me amaldiçoar, quando for o caso.