O assunto que acabou pautando o lado negro da força nessa Semana de Integração na Católica foi a cidadã que incorporou um Exú no debate dos prefeituráveis. Como eu sou do time trash-total-adoro!, confesso que me diverti… sei lá, debate em que todo mundo chega querendo dar pinta de “campanha propositiva” tende a ser meio chato, e um acontecimento desses consegue dar uma certa emoção ao evento. A arruaça só terminou quando alguns professores da menina conseguiram convencê-la a sair do auditório.
Mas o que importa é que, vendo o vídeo da confusão foi impossível não lembrar da meme conhecida como “don’t tase me bro!” de alguns anos atrás. Durante um debate com o candidato democrata John Kerry em uma universidade americana, um sujeito resolveu rodar a Kátia Teles a bahiana e monopolizou o microfone pra perguntar se o Kerry seria da sociedade secreta Skull and Bones, a mesma que conta com Bush entre seus membros. Rapidinho os seguranças da universidade cercaram o cara, e quando ficou claro que ele não ia colaborar, resolveram “convidar” o cara a se retirar, usando inclusive tasers (aquelas maquinhas delicadas de dar choques que podem nocautear um arruaceiro). O vídeo com a gravação do episódio ganhou a internet no boca a boca principalmente pelos inusitado dos apelos do sujeito para que não tomar um taser nas fuças. A frase “Don’t tase me, bro” virou uma espécie de piada interna trash. É só dar uma googada e perceber isso.
Conclusão 1: tenho medo dos seguranças da Católica no dia em que eles tiverem tasers.
Conclusão 2: nah, os seguranças da Católica nem deram as caras. Dêem os tasers para os professores, que foram os reais “pacificadores.
Conclusão 3: mmmmm….. professores com tasers…..